ENDEREÇO RUA CLÍMACO BUENNO AZZA - HORÁRIO SÁBADO ÀS 14:00 HORAS

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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Sejam Bem vindos ao nosso Blog

A importância da oração

O Senhor Jesus, durante todo o seu ministério, mostrou a importância da vida de oração. Ele não somente orava, mas também incentivava as pessoas a se dedicarem à oração. O exemplo de Jesus foi seguido pelos apóstolos, pelos primeiros cristãos e por muitos crentes durante toda a história da igreja. O quanto você ouvir sobre o relato de grandes milagres, maravilhosas e constantes manifestações do poder de Deus, curas tremendas, conversões em massa, cidades transformadas, você pode ter a certeza de que, por trás de todos esses acontecimentos, existe um crente ou um grupo de crentes que está se dedicando à oração. Deus decidiu agir, em muitas ocasiões, através da oração dos crentes.

domingo, 12 de junho de 2011

DOUTRINA :ORAÇÃO E INTERCECÇÃO - AUTORIA: PR. KLEBER MAIA


Precisamos aprender mais sobre a oração: "Saber falar a Deus é mais importante do que saber falar aos homens". (Andrew Murray).

A intercessão deve ser prioridade: Antes de tudo, orem (1 Tm 2.1,2)

Oração é trazer alguém no coração. É colocar-se no lugar de outro e pleitear sua causa, como se fosse sua própria. A Bíblia manda orar uns pelos outros (Tg 5.16). A prática da oração comunitária: há problemas físicos, emocionais e espirituais que só são curados quando partilhados com outros cristãos e por estes levados em oração.
Interceder é colocar-se entre Deus e os homens (Nm 16.48). Somos chamados a sermos sacerdotes (1 Pe 2.9). Não cumprir este chamado é um grande erro (1 Sm 12.23).
Deus escolheu agir por meio do seu povo: na pregação do Evangelho, no ensino da Palavra, na oração de intercessão (Mt 9.38; Ez 22.30,31). "Deus não faz nada senão em resposta à oração" (John Wesley).
“O dar de deus está inseparavelmente ligado ao nosso pedir” (Andrew Murray). É Ele quem faz tudo, mas nós temos uma mínima participação, na oração intercessória.
Ilustração: O ratinho atravessa a ponte montado no elefante e depois diz: “abalamos a ponte, não foi?”

Princípios para intercessão:

1.Orar no Espírito

Orar no Espírito é depender da ajuda do Espírito Santo para pedir conforme a vontade de Deus (1 Jo 5.14).
O Espírito nos ajuda a orar como convém (Rm 8.26,27). Para ter resposta certa, precisamos pedir certo (Tg 4.2-3).
Orar no Espírito também é orar em línguas (1 Co 14.14,15).
O Espírito Santo nos orienta para orarmos bem. "Um cristão de joelhos vê mais que um filósofo na ponta dos pés". Patrick Johnstone. Muitas vezes, não sabemos o que fazer ou não podemos fazer o que é necessário, mas o Consolador nos dá Sua força (Zc 4.6).
O Espírito Santo e o Senhor Jesus intercedem por nós, mas nós é que devemos orar (Jo 16.26; 1 Tm 2.5).

2. Coração sensível.

O intercessor deve ter coração sensível à necessidade das pessoas (Rm 9.36-38).
A oração intercessória é a expressão do amor de Deus em favor do outro; é tomar a carga do outro (Gl 6.2).
Devemos ser sensíveis aos que sofrem perseguição (Hb 13.3).
Precisamos de homens e mulheres sensíveis para interceder com coração ardente.
O amigo importuno na parábola sente a necessidade do outro e pede por ele (Lc 11.). Ele sabe que nada tem para dar e vai pedir para o outro.
Falta-nos, muitas vezes, este coração sensível. Julgamos, apontamos e criticamos, mas pouco sentimos e oramos.

3. Identificação

Identificar-se com aquele por quem intercedemos é colocar-se no lugar dele (Fm 1.17,18).
Identificação é a base da intercessão.
Moisés identificou-se com o povo de Israel (Ex 32.32).
Paulo também ora pelos seus (Rm 1.9,10).
Jesus também ora por Jerusalém (Mt 13.37; Lc 19.41-44) e por Pedro (Lc 22.31,32).
Daniel confessou os pecados do povo como sendo seus (Dn 9.8,19,20)
Abraão intercedeu por Sodoma e Gomorra (Gn 18.22-33); Moisés clamou e Deus mudou os seus desígnios para com o povo (Êx 32.11-14; 30-25; Sl 106.23).
O Senhor Jesus deu o maior exemplo pois "pelos transgressores intercedeu" (Is 53.12; Mc 15.28; Lc 22.37). Intercedeu por Pedro ( Lc 22.31,32) e por seus escolhidos, na oração sacerdotal (Jo 17).

4. Fé operosa

A condição básica para a resposta à oração é a fé (Mt 21.22)
Ter ousadia na oração, como Paulo (At 27.22,25).

"Você pode fazer mais do que orar, depois de ter orado, mas você não pode fazer nada além de orar até que tenha orado" A. J. Gordon

A promessa é o recurso de Deus para garantir a resposta da oração. A fé é a reação humana diante das promessas.

Conhecer Aquele em quem temos crido é fundamental para alcançarmos a resposta à oração (2 Tm 1.12).

Não é fé na fé, nem pensamento positivo, mas fé em Deus.
A eficácia da oração está na fé. A força da fé está em Deus.
“Quando Deus promete e o homem ora, nada é impossível”.
“Nada está fora do alcance da oração, a não ser aquilo que está fora da vontade de Deus”.

5. Persistência na oração

O intercessor deve levar sempre a Deus sua oração (Is 62.6,7) e persistir nela (Gl 6.9).

Elias orou 7 vezes (1 Rs 18.42-44)
Moisés orou 40 dias pelo povo (Dt 9.26).
A igreja fazia contínua oração por Pedro (At 12.5).
Isaque orou 20 anos por sua mulher (Gn 25.20, 21, 26).
Perseverai em oração (Rm 12.12;Cl 4.2)
A espera faz parte da resposta. O que nos acontece quando oramos é tão importante quanto aquilo por que oramos. A oração em si é melhor que o pedido.

George Muller conta em seu diário: "Em novembro de 1844 comecei a orar pela conversão de cinco pessoas. Orava todos os dias sem cessar, com saúde ou doente, em terra ou mar, e em meio a quaisquer pressões que estivesse enfrentando. Demorou 18 meses até que o primeiro dos cinco se convertesse. Agradeci a Deus e continuei orando pelos outros. Cinco anos depois, o segundo se converteu. Agradeci a Deus pelo segundo e continuei orando pelos outros três. Continuava a orar por eles, dia após dia, e seis anos depois o terceiro se converteu. Agradeci a Deus pelo terceiro e continuei orando pelos outros dois. Esses dois não se converteram". Trinta e seis anos mais tarde, os outros dois ainda não tinham se convertido. "Espero em Deus, continuo a orar e buscar uma resposta. Não se converteram ainda, mas se converterão". Em 1897, o último se converteu, 52 anos depois que começou a orar, após a morte de Muller.

Motivos de intercessão:

Pelo ministério: que Deus guarde os pastores e líderes, que nunca venham a cair; para que Deus envie obreiros; pastores, missionários, evangelistas, mestres e profetas.
Pelos missionários: para que o Senhor abra as portas da palavra; pelas agências missionárias; pela abertura de novas igrejas;
Por um avivamento: para que o Espírito Santo renove a igreja, batize e conceda dons espirituais; Pelas nações: para que se abram ao evangelho; pela igreja perseguida em vários países; para que caiam os governos autoritários que não permitem a entrada do evangelho;
Pelas escolas teológicas: que formem obreiros preparados, comprometidos com a sã doutrina, crentes na inerrância da Bíblia e dispostos a evangelizar o mundo.
Pelas famílias: para que Deus esforce os lares, renove o amor nos casamentos, salve os cônjuges que não são crentes; pelos filhos, que sejam guardados das tentações, das drogas, do alcoolismo; pela união entre marido e mulher,

sábado, 9 de abril de 2011

O QUE É A ORAÇÃO




A NATUREZA DA ORAÇÃO
A oração tem sido definida como a “conversa da alma com Deus”. Orar é falar com Deus. A oração bíblica possui algumas características que passaremos a abordá-las;
a) Confissão. Chegar-se diante de Deus com consciência de nossas falhas e fraqueza humana, expressando um profundo desejo de melhor servi-lo e agradar-lhe, é fator fundamental na oração, como pode ser visto nos textos que se seguem (I Rs 8.47; Ed 9.5-10; Ne 1.6,7; 9.33-35; Dn 9.3-15; Lc 18.9.14);
b) Adoração. Adorar é reverenciar, louvar, reconhecer a majestade e a soberania de Deus. É amá-lo por aquilo que Ele é. (Sl 45.1-8; Is 6.1-4; Hc 3.17-19; Mt 14.33; 15.25; 28.9; Ap 4.11);
c) Comunhão. Do grego koinonia, fala do relacionamento que o crente passa a manter com Deus, mediante o sacrifício de Cristo Jesus no calvário. Nesta condição, pode dirigir-se a Deus, chamando-o de Pai (Mt 6.9; Rm 8.15);
d) Ação de graças. Temos vários exemplos desta prática na oração: A canção de Miriã (Êx 15), A canção de Débora (Jz 5) e A canção de Davi (II Sm 23). As Escrituras são repletas de exortações para que sejam dadas ações de graças (Fl 4.6; Cl 4.2; Ef 5.20; Sl 95.2; 100.4).
e) Petição. É somente depois de termos glorificado a Deus em nossa oração que estamos prontos a pensar em nós mesmos. A petição é o ato de tornar conhecidos os nossos pedidos. É verdade que antes mesmo de expressar nossas necessidades e desejos, Deus já as conhece. Contudo Ele tem prazer de conosco se comunicar através da oração (Dn 2.17, 18; 9.16-19;Mt 7.7-12; Jo 11.22; Atos 4.29, 30; Fl 4.6).
f) Súplica.
Suplicar é simplesmente insistir em nosso pedido;


AUTORIA : PASTOR ALTAIR GERMANO

segunda-feira, 4 de abril de 2011

JACÓ FEZ USO DA CHAVE DA ORAÇÃO






Jacó, o filho de Isaque, já adulto, teve que colher o fruto de sua atitude errada para com seu irmão, quando, na juventude, aproveitou-se da ocasião em que Esaú estava emocionalmente e fisicamente fragilizado. Ganhou o direito de primogenitura, mas perdeu a paz, perdeu a amizade do seu irmão. E foi ameaçado de morte. Teve que fugir, com o apoio de sua mãe. Mas, no momento crucial de sua vida, ele soube fazer uso da chave da oração.
I – O OPORTUNISMO DE JACÓ (Gn 25).
1. Esaú chega com fome e pede comida a Jacó (29-30);
2. Jacó dá a comida (guisado de lentilhas) em troca do direito de primogenitura (v.30-34).
II – JACÓ ENVOLVIDO NUMA TRAMA (Gn 27)
1. Rebeca, a mãe, trama para que a bênção seja de Jacó (v. v. 6-10);
4. E recebe a bênção que não era para ele (v. 27-29).
III – O TEMPO DE COLHER O QUE PLANTOU CHEGA (Gn 27)
1. Esaú colhe o que plantou: o desprezo pela bênção da primogenitura (v. 34-);
2. Esaú colhe o fruto da trama em que se envolveu com sua mãe (v. 42-44);
IV – A FUGA DE JACÓ (Gn 28)
1. Noite de tristeza e solidão (v. 10,11);
2. O sonho da parte de Deus (v. 12);
3. Deus fala em sonhos com Jacó (v. 13-17);
V – A ORAÇÃO DE JACÓ - A CHAVE DA VITÓRIA (Gn 28)
1. Levantou-se de manhã, de madrugada (v. 18);
2. Levantou um memorial diante de Deus (v. 18) – uma coluna de pedra;
3. O memorial foi ungido com azeite – símbolo da unção de Deus (v.18);
4. Valorizou o lugar em que Deus lhe apareceu - Chamou-o de Betel (Casa de Deus - v. 19);
5. Voto com oração (v. 20-22);
1) “Se o Senhor for comigo” – buscou a presença de Deus;
2) “e me guardar nesta viagem que faço...” (buscou a segurança de Deus);
3) “e me der pão para comer e vestidos para vestir”... (buscou a provisão de Deus);
4) “e em paz voltar à casa de meu pai ...” (buscou a paz de Deus em sua vida);
5) “o Senhor será o meu Deus” ... (assumiu compromisso com Deus);
6) “E esta pedra...será casa de Deus” (valorizou o lugar em que adorou a Deus);
7) “e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo...” (valorizou a gratidão a
Deus, através do dízimo).
VI – A VITÓRIA DE JACÓ (Gn 29-31)
1. Deus lhe deu uma esposa – Raquel (Gn 29.28);
2. Deus lhe deu numerosa família (sinal de bênção, os 12 patriarcas – Gn 29.32 e cap 30);
3. Deus o fez prosperar grandemente, mesmo sendo enganado 10 vezes (Gn 31.7);
4. Deus dirige sua vida e valoriza o memorial (a coluna de Betel – Gn 31.13);
5. Deus o livra da perseguição de Labão (Gn 31.24);
6. Deus muda o caráter de Jacó, no vale de Jaboque (Gn 32.28) – O nome Israel!
7. Jacó adora a Deus, no lugar onde usou a chave da oração – em Betel (Gn 35.5-7).
CONCLUSÃO
Que o Deus de Jacó nos dê sabedoria, para, nos rumos de nossas vidas, sabermos recorrer ao valioso recurso da oração – a chave da vitória! Que o Senhor nos ajude a dar mais valor à oração. A passarmos mais tempo aos pés dEle, para sermos abençoados, fortalecidos e vitoriosos. Glória a Deus!
Autor: Pr Elinaldo Renovato de Lima
Observação: Esse estudo pode ser distribuído livremente, desde que citada a fonte e o
autor.
 
                              ORAÇÃO - A CHAVE DA VITÓRIA



 
- ORAÇÃO - A CHAVE DA VITÓRIA
Introdução: A chave é o instrumento com que abrimos portas; e também fechamos portas. Deus abre e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre (Ap 3.7). Deus abre portas onde não tem portas;e abre portas onde já tem portas. Vamos meditar em pessoas que fizeram uso da chave da oração.
1. ANA FEZ USO DA CHAVE DA ORAÇÃO (1 Sm 1)
1.1. UM CASAL ABENÇOADO
1) Seu esposo era um adorador, um homem de Deus (1.3);
2) Ele tinha duas esposas: Ana e Penina; mas amava mais a Ana (1.4,5);
3) Hoje, Deus não aprova a bigamia ou a poligamia (1 Co 7.1,2);
1.2. UM PROBLEMA DIFICÍLIMO
1) Ana tinha um grave problema: não podia ter filhos;
2) Sua competidora (a outra mulher) a irritava (1.6);
3) Na época de Ana, não ter filhos era sinal de não ter a bênção de Deus (ver Gn 30.1);
4) Ela chorava, se irritava, não comia (1.7); nada adiantava;
5) Seu esposo sofria com isso (1.8).
1.3. ANA RESOLVE USAR A CHAVE – VAI ORAR A DEUS
1) Ela resolveu clamar a Deus (1.10);
2) Como Ana clamou: a) Com amargura de alma; b) chorou abundantemente (v. 10); c) Ana fez
um voto a Deus (v. 11);
3) O homem de Deus – Eli – se engana: julga Ana embriagada (vs 12-14: pastor também erra);
4) A humildade de Ana: não critica o sacerdote, mas explica humildemente (v. 16);
5) O sacerdote reconhece o seu erro e ABENÇOA Ana (v. 18);
1.4. DEUS OUVE A ORAÇÃO DE ANA (1.19)
1) O Senhor se lembrou de Ana (1.19);
2) Ana foi curada da esterilidade: concebeu um filho – Samuel (v. 20);
3) Ela cuidou de seu filho antes de tudo (seu marido foi ao templo – v. 22,23);
4) No tempo, ela foi ao templo, e pagou o seu voto;
5) Apresentou SAMUEL a Eli: “por este menino orava eu” (1.26-28).
CONCLUSÃO
Nos momentos e situações difíceis da vida do crente, não adianta murmurar; nem apenas chorar;  é preciso orar a Deus, com Fe; com humildade; com determinação; com disciplina; e esperar a resposta dos céus.
Autor: Pr Elinaldo Renovato de Lima
Observação: Esse estudo pode ser distribuído livremente, desde que citada a fonte e o
autor.

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domingo, 27 de fevereiro de 2011