ENDEREÇO RUA CLÍMACO BUENNO AZZA - HORÁRIO SÁBADO ÀS 14:00 HORAS

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sábado, 9 de abril de 2011

O QUE É A ORAÇÃO




A NATUREZA DA ORAÇÃO
A oração tem sido definida como a “conversa da alma com Deus”. Orar é falar com Deus. A oração bíblica possui algumas características que passaremos a abordá-las;
a) Confissão. Chegar-se diante de Deus com consciência de nossas falhas e fraqueza humana, expressando um profundo desejo de melhor servi-lo e agradar-lhe, é fator fundamental na oração, como pode ser visto nos textos que se seguem (I Rs 8.47; Ed 9.5-10; Ne 1.6,7; 9.33-35; Dn 9.3-15; Lc 18.9.14);
b) Adoração. Adorar é reverenciar, louvar, reconhecer a majestade e a soberania de Deus. É amá-lo por aquilo que Ele é. (Sl 45.1-8; Is 6.1-4; Hc 3.17-19; Mt 14.33; 15.25; 28.9; Ap 4.11);
c) Comunhão. Do grego koinonia, fala do relacionamento que o crente passa a manter com Deus, mediante o sacrifício de Cristo Jesus no calvário. Nesta condição, pode dirigir-se a Deus, chamando-o de Pai (Mt 6.9; Rm 8.15);
d) Ação de graças. Temos vários exemplos desta prática na oração: A canção de Miriã (Êx 15), A canção de Débora (Jz 5) e A canção de Davi (II Sm 23). As Escrituras são repletas de exortações para que sejam dadas ações de graças (Fl 4.6; Cl 4.2; Ef 5.20; Sl 95.2; 100.4).
e) Petição. É somente depois de termos glorificado a Deus em nossa oração que estamos prontos a pensar em nós mesmos. A petição é o ato de tornar conhecidos os nossos pedidos. É verdade que antes mesmo de expressar nossas necessidades e desejos, Deus já as conhece. Contudo Ele tem prazer de conosco se comunicar através da oração (Dn 2.17, 18; 9.16-19;Mt 7.7-12; Jo 11.22; Atos 4.29, 30; Fl 4.6).
f) Súplica.
Suplicar é simplesmente insistir em nosso pedido;


AUTORIA : PASTOR ALTAIR GERMANO

segunda-feira, 4 de abril de 2011

JACÓ FEZ USO DA CHAVE DA ORAÇÃO






Jacó, o filho de Isaque, já adulto, teve que colher o fruto de sua atitude errada para com seu irmão, quando, na juventude, aproveitou-se da ocasião em que Esaú estava emocionalmente e fisicamente fragilizado. Ganhou o direito de primogenitura, mas perdeu a paz, perdeu a amizade do seu irmão. E foi ameaçado de morte. Teve que fugir, com o apoio de sua mãe. Mas, no momento crucial de sua vida, ele soube fazer uso da chave da oração.
I – O OPORTUNISMO DE JACÓ (Gn 25).
1. Esaú chega com fome e pede comida a Jacó (29-30);
2. Jacó dá a comida (guisado de lentilhas) em troca do direito de primogenitura (v.30-34).
II – JACÓ ENVOLVIDO NUMA TRAMA (Gn 27)
1. Rebeca, a mãe, trama para que a bênção seja de Jacó (v. v. 6-10);
4. E recebe a bênção que não era para ele (v. 27-29).
III – O TEMPO DE COLHER O QUE PLANTOU CHEGA (Gn 27)
1. Esaú colhe o que plantou: o desprezo pela bênção da primogenitura (v. 34-);
2. Esaú colhe o fruto da trama em que se envolveu com sua mãe (v. 42-44);
IV – A FUGA DE JACÓ (Gn 28)
1. Noite de tristeza e solidão (v. 10,11);
2. O sonho da parte de Deus (v. 12);
3. Deus fala em sonhos com Jacó (v. 13-17);
V – A ORAÇÃO DE JACÓ - A CHAVE DA VITÓRIA (Gn 28)
1. Levantou-se de manhã, de madrugada (v. 18);
2. Levantou um memorial diante de Deus (v. 18) – uma coluna de pedra;
3. O memorial foi ungido com azeite – símbolo da unção de Deus (v.18);
4. Valorizou o lugar em que Deus lhe apareceu - Chamou-o de Betel (Casa de Deus - v. 19);
5. Voto com oração (v. 20-22);
1) “Se o Senhor for comigo” – buscou a presença de Deus;
2) “e me guardar nesta viagem que faço...” (buscou a segurança de Deus);
3) “e me der pão para comer e vestidos para vestir”... (buscou a provisão de Deus);
4) “e em paz voltar à casa de meu pai ...” (buscou a paz de Deus em sua vida);
5) “o Senhor será o meu Deus” ... (assumiu compromisso com Deus);
6) “E esta pedra...será casa de Deus” (valorizou o lugar em que adorou a Deus);
7) “e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo...” (valorizou a gratidão a
Deus, através do dízimo).
VI – A VITÓRIA DE JACÓ (Gn 29-31)
1. Deus lhe deu uma esposa – Raquel (Gn 29.28);
2. Deus lhe deu numerosa família (sinal de bênção, os 12 patriarcas – Gn 29.32 e cap 30);
3. Deus o fez prosperar grandemente, mesmo sendo enganado 10 vezes (Gn 31.7);
4. Deus dirige sua vida e valoriza o memorial (a coluna de Betel – Gn 31.13);
5. Deus o livra da perseguição de Labão (Gn 31.24);
6. Deus muda o caráter de Jacó, no vale de Jaboque (Gn 32.28) – O nome Israel!
7. Jacó adora a Deus, no lugar onde usou a chave da oração – em Betel (Gn 35.5-7).
CONCLUSÃO
Que o Deus de Jacó nos dê sabedoria, para, nos rumos de nossas vidas, sabermos recorrer ao valioso recurso da oração – a chave da vitória! Que o Senhor nos ajude a dar mais valor à oração. A passarmos mais tempo aos pés dEle, para sermos abençoados, fortalecidos e vitoriosos. Glória a Deus!
Autor: Pr Elinaldo Renovato de Lima
Observação: Esse estudo pode ser distribuído livremente, desde que citada a fonte e o
autor.
 
                              ORAÇÃO - A CHAVE DA VITÓRIA



 
- ORAÇÃO - A CHAVE DA VITÓRIA
Introdução: A chave é o instrumento com que abrimos portas; e também fechamos portas. Deus abre e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre (Ap 3.7). Deus abre portas onde não tem portas;e abre portas onde já tem portas. Vamos meditar em pessoas que fizeram uso da chave da oração.
1. ANA FEZ USO DA CHAVE DA ORAÇÃO (1 Sm 1)
1.1. UM CASAL ABENÇOADO
1) Seu esposo era um adorador, um homem de Deus (1.3);
2) Ele tinha duas esposas: Ana e Penina; mas amava mais a Ana (1.4,5);
3) Hoje, Deus não aprova a bigamia ou a poligamia (1 Co 7.1,2);
1.2. UM PROBLEMA DIFICÍLIMO
1) Ana tinha um grave problema: não podia ter filhos;
2) Sua competidora (a outra mulher) a irritava (1.6);
3) Na época de Ana, não ter filhos era sinal de não ter a bênção de Deus (ver Gn 30.1);
4) Ela chorava, se irritava, não comia (1.7); nada adiantava;
5) Seu esposo sofria com isso (1.8).
1.3. ANA RESOLVE USAR A CHAVE – VAI ORAR A DEUS
1) Ela resolveu clamar a Deus (1.10);
2) Como Ana clamou: a) Com amargura de alma; b) chorou abundantemente (v. 10); c) Ana fez
um voto a Deus (v. 11);
3) O homem de Deus – Eli – se engana: julga Ana embriagada (vs 12-14: pastor também erra);
4) A humildade de Ana: não critica o sacerdote, mas explica humildemente (v. 16);
5) O sacerdote reconhece o seu erro e ABENÇOA Ana (v. 18);
1.4. DEUS OUVE A ORAÇÃO DE ANA (1.19)
1) O Senhor se lembrou de Ana (1.19);
2) Ana foi curada da esterilidade: concebeu um filho – Samuel (v. 20);
3) Ela cuidou de seu filho antes de tudo (seu marido foi ao templo – v. 22,23);
4) No tempo, ela foi ao templo, e pagou o seu voto;
5) Apresentou SAMUEL a Eli: “por este menino orava eu” (1.26-28).
CONCLUSÃO
Nos momentos e situações difíceis da vida do crente, não adianta murmurar; nem apenas chorar;  é preciso orar a Deus, com Fe; com humildade; com determinação; com disciplina; e esperar a resposta dos céus.
Autor: Pr Elinaldo Renovato de Lima
Observação: Esse estudo pode ser distribuído livremente, desde que citada a fonte e o
autor.

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